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18-01-2008

Aveiro: Antiga fábrica da Luzostela à espera das negociações


É um problema social e de insegurança o que justifica a manutenção de uma vigilância policial particular. A antiga fábrica Luzostela, em Esgueira, espera por um acordo entre a Câmara de Aveiro e o privado, proprietário do terreno, interessado em investir na área


O privado, proprietário do terreno onde se encontram as antigas instalações da Luzostela, e a Câmara de Aveiro, estão em negociações para tentar resolver o problema da insegurança em redor e no interior da antiga «fábrica da lixa», na freguesia de Esgueira (Aveiro).
O caso tem gerado acções criminosas, entre várias tentativas de violação sexual, roubos e agressões, mas tardam em chegar a um acordo. Entretanto, as acções criminosas não têm cessado. Ainda na passada terça-feira a PSP de Aveiro identificou três pessoas que se encontravam no interior das instalações «supostamente a retirar objectos», disse ontem ao Diário de Aveiro o comissário Sérgio Loureiro, das Relações Públicas daquela polícia. Como o grupo não tinha nada em seu poder, «ficou apenas a suspeita», acrescentou. Contudo, já foram vistas, por diversas vezes, diferentes pessoas entrando e saindo com materiais da antiga fábrica.
O caso mais grave, em termos da segurança, teve a ver com quatro mulheres vítimas de um homem, que, sob a ameaça de uma faca, as arrastou para o interior das instalações, e tentou violá-las sem sucesso, além de as roubar. Este homem chegou a ser detido pela PSP, a 28 de Dezembro último, em flagrante. Tratava-se de um indivíduo de 27 anos, desempregado, mas ficou a aguardar julgamento em liberdade, com apresentações periódicas às autoridades. Os factos foram comunicados à PJ de Aveiro, por se tratar de crimes de violação.
A PSP não tem a confirmação mas, depois daquela detenção, uma denúncia recente, por crimes idênticos, foi feita à PSP e, «supostamente», será o mesmo indivíduo, sendo que o reconhecimento será feito na Polícia Judiciária. Por tudo isto, a PSP tem mantido uma vigilância mais apertada na zona.
No meio desta problemática está o interesse de um investidor na construção de habitação, comércio e serviços, já notificado pela Câmara para «resolver o assunto», segundo comunicou ao Diário de Aveiro o Gabinete de Imprensa da autarquia. De acordo com a Câmara, «não durará muito tempo» até o problema estar resolvido. As possibilidades de resolução serão, não apenas a demolição, como a colocação de uma protecção, para impedir a entrada de estranhos
Depois da empresa deixar as instalações, a propriedade passou para o Estado, que a vendeu ao privado com o qual a autarquia se encontra em negociações.
No processo de venda, a Câmara também mostrou interesse em adquirir, mas desistiu devido ao valor em causa, recusando pagar quatro milhões de euros.
As instalações têm servido de abrigo temporário, para consumo de drogas, prática de crimes além de serem atingidas por furtos de material.

João Peixinho

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